A fístula é um dos casos mais delicados da proctologia: uma ferida que insiste em voltar, quase sempre surge depois de um abscesso. A boa notícia é que hoje existem caminhos modernos para tratá-la protegendo o que mais importa: o seu músculo (e o seu controle).
Agendar consultaA fístula anal é um pequeno túnel que se forma entre o interior do canal anal e a pele ao redor do ânus. Quase sempre ela aparece depois de um abscesso (uma coleção de pus que drenou): quando aquele caminho não fecha por completo, vira uma fístula.
O sinal mais comum é uma secreção que mancha a roupa (pus, líquido ou um pouco de sangue), às vezes com um caroço ou uma ferida perto do ânus que abre e fecha. Pode doer, coçar e incomodar, e costuma dar aquela sensação de que sarou e depois voltou.
Não é falta de higiene nem frescura: a fístula tem uma causa anatômica e, uma vez formado o trajeto, ele não fecha sozinho. Por isso, avaliar cedo faz diferença, e o cuidado na decisão cirúrgica faz toda a diferença no resultado.
Preparamos uma animação para você entender o que é a fístula, por que ela acontece e o que está em jogo. Sem imagens que assustam, só o essencial.
Se reconheceu em algum, vale uma avaliação: a fístula tem tratamento, e quanto antes for mapeada, mais seguro é o caminho.
Ao redor do canal anal está o músculo que garante a sua continência: o controle das fezes e dos gases. Em algumas fístulas, uma cirurgia mais simples e direta resolve rápido. Mas, em muitos casos, cortar o trajeto significa mexer nesse músculo, e isso pode comprometer o controle para sempre. Por isso, em cada caso, a nossa pergunta é: como vamos resolver protegendo esse músculo?
Lutamos para preservar o músculo, priorizando técnicas minimamente invasivas sempre que possível. A fístula sempre precisa de um procedimento para cicatrizar, mas cortar o músculo é a última opção.
Antes da cirurgia, exames de imagem mapeiam o trajeto completo da fístula: por onde passa, se tem ramificações e onde começa. Durante o procedimento, o nosso fistuloscópio, uma microcâmera, enxerga a fístula por dentro para tratar com precisão. Agir com esse mapa na mão é o que torna o tratamento mais seguro e certeiro.
Muita gente chega até a gente depois de uma ou mais cirurgias que não resolveram, com medo de perder o controle ou achando que não tem mais jeito. É justamente aqui que a nossa forma de trabalhar mais faz diferença: os casos complexos e recidivados são a maior indicação para as técnicas que preservam o músculo. Fístula tem solução, mesmo as mais difíceis, e a gente adora esse desafio.
Agendar minha consultaFístula complexa não se resolve na força, e sim no raciocínio: entender a anatomia de cada trajeto e escolher (ou combinar) as técnicas certas. E a gente ama combinar. Como nem toda técnica serve para toda fístula, reunimos um arsenal moderno e minimamente invasivo, para ter sempre a melhor opção à mão:
A força não está em uma técnica isolada, e sim em escolher bem e saber combinar as certas para o seu caso. Cada fístula é única, e o plano também é. A conduta é sempre individualizada, definida junto com você.
Uma animação para você ver como tratamos a fístula preservando o músculo, com as técnicas minimamente invasivas que podemos combinar em cada caso.
Cada decisão gira em torno de preservar o músculo e o seu controle. Poupar é o nosso padrão; cortar, a exceção.
Laser, LIFT, retalho, células-tronco mesenquimais e o nosso próprio fistuloscópio. Ter todas as ferramentas nos permite escolher e combinar a melhor para o seu caso.
O preparo começa antes da cirurgia, entendendo a fundo a sua fístula. E, por sermos duas especialistas discutindo cada caso, são duas cabeças pensando na melhor decisão para você, do primeiro sintoma à alta, com acompanhamento de perto no pós.
A gente ouve a sua história e examina com calma, sem pressa e sem julgamento.
Mapeamos o trajeto da fístula para planejar o tratamento com segurança.
Definimos a melhor estratégia para o seu caso. Nos mais complexos, pensamos e decidimos juntas.
A gente opera sempre em dupla e, na maioria das vezes, de forma ambulatorial, com alta no mesmo dia, priorizando preservar o músculo.
Seguimos de perto até a cicatrização, do primeiro sintoma à alta.
Não. Depois que o trajeto se forma, ele não fecha sozinho. Sem tratamento, costuma inflamar de novo e pode até formar novos trajetos, o que deixa a cirurgia mais complexa. Por isso, quanto antes você avalia, mais simples o caminho tende a ser.
Esse costuma ser o maior medo, e é justamente o que mais guia as nossas decisões. Ao redor do canal anal está o músculo que controla as fezes e os gases, e a nossa prioridade é preservá-lo. Por isso priorizamos técnicas que poupam o músculo e escolhemos a conduta caso a caso, com esse cuidado no centro.
Na maioria das vezes, não. Priorizamos técnicas minimamente invasivas, que costumam ser feitas de forma ambulatorial, com alta no mesmo dia, e reservamos as abordagens maiores para quando são realmente necessárias.
Para enxergar o trajeto completo da fístula (por onde passa, se tem ramificações, onde começa) e planejar o tratamento mais seguro e eficaz. É uma das coisas que mais aumentam a chance de sucesso.
Pode, principalmente nos casos mais complexos. Por isso mapeamos bem antes, combinamos as técnicas certas e acompanhamos de perto depois.
A gente cuida disso o dia inteiro, com naturalidade e respeito. Você vai se sentir à vontade. Pode confiar.
Agende sua consulta e descubra, com calma, o melhor caminho pro seu caso.
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